segunda-feira, 26 de julho de 2010


But, they all are coming from the same left eye.

domingo, 25 de julho de 2010

So, you don't give a shit, huh?

That's it. Someone isn't caring about you, babe.
And you can not say that you don't care too. Everyone can see in your eyes that you was crying, darling.

sábado, 24 de julho de 2010

Sim, merdas acontecem.

Assim, como uma pessoa machuca a outra. Assim como uma pessoa faz a outra sangrar, inutilmente.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Isn't it ironic... Don't you think?


Sabe quando tu está a um passo de provavelmente a melhor coisa que já te aconteceu, mas tu fica meio estranho? Como se você soubesse que tu vai fazer a maior merda da sua vida?
Ou acontece de tudo pra te deixar MUITO bravo? No maior estilo "mato geral risus"?
Pois é, poeple. Eu sei como é.
E meu estômago ferrado também descobriu.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

I used to feel that.

Pois é. Há quase um ano eu lembro de ter feito um post falando de quando eu fui na casa da minha madrinha. Eu lembro de ter falado que quando eu tava indo, eu tava meio nervosa por estar indo pra São Paulo, e sem a intenção de fazer qualquer coisa relacionado ao Ricardo. Eu lembro que quando tocou I gotta a feeling no rádio, eu me senti teoricamente melhor. Eu lembro que lá eu quase não pensei nele. Eu lembro que eu não chorei quando passaram a filha do Michael falando no enterro dele. (eu assisti tudo de manhã, e chorei o negócio inteiro), Mas eu me lembro do quão difícil foi voltar pra casa. Passar por aquela Placa de divisa de cidade São Paulo/São Bernardo, e perceber que eu, de alguma maneira, tinha ficado naquela cidade. Eu lembro que quando eu cheguei em casa, eu fiquei um pouco travada. Eu lembro que não conseguia dormir. Não conseguia pensar. Não conseguia comer. Não conseguia fazer muita coisa consciente.
Eu lembro de ter ficado até umas 4hrs da manhã sentada na cama olhando pra parede, sem nem respirar direito. Eu lembro de não dormir direito, acordar super cedo e voltar a fazer o que eu estava fazendo.
Eu lembro de ter ligado o computador o mais rápido que podia pra ficar lendo históricos do MSN tentando disfarçar minhas frustrações.
Eu lembro de ter ouvido I gotta a feeling trocentas mil vezes tentando ter aquela sensação de volta. Eu lembro de tudo como se fosse hoje, de verdade. Eu, talvez, consiga até ter aquela sensação de nada ao pensar nisso.
Mas sinceramente, nesse - quase - um ano o que mudou? Aniversários se passaram, mas lá dentro, o que mudou?
Eu sei, algo cresceu. Dobrou de tamanho. A vontade. O amor. A saudade.
E se não valer a pena?
Bom, aí depende.
Tipo, tua alma é pequena?

sábado, 26 de junho de 2010

Talvez eu estivesse um pouco errada.

É verdade. Chega a ser irônico quando você finalmente percebe que nada vai ser como nos nossos sonhos. Quando nós vemos que tudo o que sempre desejamos são como bolhas de sabão, belas, e que sempre vão alto. Mas qualquer toque, ela some. Acaba. Desaparece pra sempre.
Aliás, o que a gente deve fazer?
Seguir em frente? Deixar o tempo passar? Esperar pela salvação? Se agarrar em alguma fé, e dizer que aquilo irá te salvar?
Acredite, eu já fiz de tudo. Nada vale de fato a pena. Eu vou fazer quatorze anos nessa quarta-feira, eu mal saí da infância direito, e eu já fiz de tudo.
Não vou mentir. Já cogitei desistir de absolutamente tudo, simplesmente parar de olhar, respirar, viver. Já tentei acreditar numa coisa totalmente espiritual, acreditar que Deus me salvaria. Já procurei por médicos, por remédios, enfrentar tudo de cara.
Já tentei esconder tudo de todos, já tentei jogar tudo na cara, já tentei sair correndo fazendo coisas que nunca quis, como um pedido desesperado por ajuda.
Me escondi. Me mostrei. Me enganei. Tentei ser completamente normal. Tentei assumir tudo.
Nada funciona, queridos.
Não que eu esteja sendo completamente negativa, ou qualquer coisa do tipo. A verdade é que eu, Camila, só eu não consigo ver o que eu faço. Eu entrei num estágio que as coisas simplesmente NÃO importam.
Aliás, no que eu quero chegar? No que eu DEVO chegar? No que eu vou me tornar?
Sério, chega uma hora que essas coisas não fazem mais sentido.
Eu não me importo, sinceramente, se é depressão, se é agorafobia, se é pânico, se é um medo qualquer. Sério, não importa. Eu só quero me curar. Não por médicos, não por salvações divinas, porque eu vi que elas não dão certo. E o pior de tudo, é a frustração de não conseguir.
Se eu for melhorar, eu vou ser capaz de fazer isso sozinha. Talvez alguma ajuda, sim, mas eu quero fazer isso no MEU tempo. Não no tempo que um médico escroto vai dizer que eu vou melhorar.
Enfim, a real é que eu estou pouco me lixando pro que vão pensar ao ler isso, o que vão me julgar, ou o que vão querer fazer por mim.
Eu não me importo com o que pensem da minha imagem, da minha situação, ou qualquer outra coisa.
Eu só quero me encontrar. Me ver de verdade uma vez na vida. Sem lágrimas. Sem medo. Sem ansiedade.
Eu só queria voltar a ser tão viva quanto eu era antes.
E eu sei que mesmo escrevendo isso, daqui a cinco minutos eu vou voltar a ficar... Triste e etc., mas eu preciso mostrar, não pra quem for ler, mas pra mim mesma, que mesmo por pouco tempo, eu consigo encontrar a sanidade mental. Que mesmo por segundos, eu consigo ver a verdade.
E, na boa, se tu leu isso, tu foi muito idiota. (;
Adeus.

sábado, 12 de junho de 2010

Copa do Mundo, a minha bunda melecada de chocolate suíço, beijo.

Sempre deixei duas coisas MUITO claras: Eu gosto de futebol. Eu odeio o Brasil.
Assim, odeio o modo de vida brasileiro, porque nosso país não tem culpa se esses cocozentos vieram viver aqui, e transformaram nossa terra bonita num país que se resume em "bebida alcoólica, prostituição, músicas ruins, e zéses Q bostolas". Odeio eles, não a pátria amada, idolatrada, salve salve, Brasil um sonho intenso, um raio vívido, de amor e de esper... Tá, já tá bom.
E sim, eu gosto de futebol. Na verdade, eu amo. Mas assistir, porque jogar... Bom, só no gol, e eu sou péssima. Enfim, eu sento, assisto os jogos em silêncio, se tem algum jogo do time que eu to torcendo, eu fico feliz, mas sempre em silêncio. Sabe, eu não to nem aí se (por exemplo) o São Paulo (já disse que eu sou são paulina? Pois, é, eu sou. Hehehehehehheehehehehehhe n) tá perdendo ou ganhado, eu continuo com a mesma cara de nada. A não ser que o outro time seja o Corinthians, aí eu sou BEEEEEEEM expressiva, hehe. n
Mas bem, a verdade, é que eu ODEIO copa do mundo.
É só marketing.
Aliás, é outra coisa.
Mãe, pai, vó, família, se vocês lerem isso, desculpa as expressões, mas eu preciso usar. Sabe, tirar o ódinho de dentro, pois é.
É FI-LHA-DA-PU-TI-CE. Porque, sinceramente, todas as empresas do mundo, só usam disso pra chamar a porra da atenção de todo mundo, pra fazer propagandas, pra venderem mais, e encher a porra do cu de dinheiro. E fazer isso é ser muito, MUITO, filha da puta.
Pronto, falei.
Mas, depois de hoje, eu SINCERAMENTE, desejo com toda a merda do meu coração que todos os meus vizinhos ganhem todas as promoções pra ir pra África. Por que?
Eu to quase matando todo mundo por causa dessas cornetinhas estúpidas, e eu não to nem aí pra merda do nome delas, quando eu era criança elas eram vendidas em todos os lugares como "cornetas", e não é porque na merda da África tem um nome legal, que eu vou falar a merda do nome legal.
E eu pouco me importo se são crianças fazendo barulho, elas estão fazendo barulho, e os pais apoiam!
Por que? Porque brasileiro é troxa mesmo, só lembra de falar "eu amo o Brasil" quando tem essa bosta de copa.
Tradução, copa do mundo, além de atiçar a filha da putice dos capitalistas por aí, também faz neguinho ficar todo hipócrita.
Três palavras: vão se foder.
E pra acabar com uma bela frase, usarei a do meu professor de história tentando não demonstrar todo o seu ódinho.
- Eu não vou torcer pro Brasil nessa copa, não mesmo. Não que eu não gosto do Brasil (ERRO! Ele não gosta, só não quis assumir na frente da sala toda), é que eu torço pro São Paulo, NÃO pra seleção. - Obrigada, professor Paulo, pelas belas palavras. N

PS - nada contra os corinthianos. Na verdade, tenho muitos amigos que torcem pro Corinthians. Mas eu só tentei colocar um humorzinho ali ok.
PS² - familiares, desculpa mesmo pelos palavrões, mas eu precisava tirar todo o ódinho de dentro de mim. Ódinho? Ok, o ódio monstro. Sim, eu to com muita raiva de tudo. Vou me excluir no... Alasca durante a copa, adeus.